Como explicar para alguém essa paixão em ter servido a Pátria? - Como explicar o sangue INFANTE que corre nas veias e que passa de pai para filho? - Como explicar a divisão de água do cantil? - Como explicar a divisão do poncho em uma noite chuvosa na floresta? - Como explicar o respeito pela Bandeira Nacional e demais símbolos nacionais? - Como explicar o desejo de passar por tudo novamente coma sua mesma turma? - Como explicar que as lembranças e histórias marcaram tanto que até parece que aconteceram na semana passada e não ha mais de 10, 20,30,40 ou 50 anos? - Como explicar a irmandade de farda? - Como explicar as lágrimas que caem quando entoamos alguns versos tais como: "...é a nobre INFANTARIA. das armas a rainha, por ti daria a vida minha...", ou "...por mais terras que eu percorra, não permitas Deus que eu morra, sem que voltes para lá...", ou ainda, "Nós somos da Pátria a guarda, fiés soldados, por ela amados..." A "explicação" é só um: SEREI ETERNAMENTE UM INFANTE!
sábado, 28 de agosto de 2021
segunda-feira, 23 de agosto de 2021
SÍMBOLOS DA MAÇONARIA
Compasso: O instrumento que desenha circulos perfeitos significa a busca pela perfeição, é o símbolo do raciocínio Maçõnico.
Esquadro: Seu ângulo reto mostra como o homem deve levar sua vida honesta. Ao lado do Compasso, representa a União de idéias e ações.
Avental: Lembra que todo homem nasceu para trabalhar, e que um Maçom insistentemente para a descoberta da verdade e melhora da humanidade.
Três Pontos: Tem várias interpretações reconhecidas.
Lembra o Místico delta, faz referência ao tripé. Liberdade, igualdade e fraternidades indispensáveis ao Maçom: Amor vontade e inteligência.
Colunas: Um templo deve ter 12 para os 12 Signos do zodíaco.
Meus valorosos cumprimentos , a este tão amado e querido amigo João Cordeiro da Silva 🤝🏻
Desta sua amiga que muito têm apreço.
Neiva Fab Gonçalves Forças Armadas 🇧🇷
sexta-feira, 6 de agosto de 2021
O TEMPO SOMOS NÓS
O TEMPO SOMOS NÓS
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(Marcelo Rates Quaranta)
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Certo dia você me perguntou: Meu velho, há quanto estamos juntos?
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Minha eterna menina... Não olhe para o relógio como sendo a morada do tempo e nem para o calendário como sendo o seu senhor absoluto. Olhe para mim, Olhe pra você. Olhe para nós!
Olhe para todas as transformações que passamos juntos, nessas metamorfoses da vida! Olhe para os nossos cabelos brancos, nossas rugas, nossas mãos enrugadas, e veja que nos sulcos talhados em nossa pele estão as verdadeiras marcas que registram, como riscos, o nosso tempo nos calendários vivos que somos nós.
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Não somos velhos e nem novos. Nós somos o próprio tempo desde o sua gênesis à zênite, viajando do apogeu ao crepúsculo onde todo o tempo invariavelmente se encerra.
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Sei que nunca fomos e jamais seremos senhores do tempo, porque não cabe a nós determiná-lo, mas se soubermos aproveitar o tempo que ainda nos resta, seremos senhores da nossa felicidade enquanto tivermos tempo.
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O que importa não é há quanto tempo estamos juntos, pois tempos idos não voltam e apenas nos deixam as boas lembranças como presentes. Melhor que contar o tempo é contar a nossa história, sem defini-la como “época” ou “naquele tempo”, pois os segundos, minutos, dias, semanas, meses e anos se sucedem, fazendo com que o passado seja apenas a forja do presente fundido em nós. Então ainda estamos presos no tempo o tempo todo, e dele não nos dissociamos. Nós fazemos parte do tempo.
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O que de verdade interessa é que quando estiver acabando o meu tempo, ou já não houver mais tempo, quero que ainda tenha pelo menos algum pouco tempo de olhar pra você e dizer: Que tempo bom esse que estivemos juntos! E que o meu crepúsculo seja lembrando como um doce pôr-de sol, que ficará em tua lembrança como mais uma marca, dessa vez na forma de um último brilho a se apagar com o tempo.
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Depois disso você ainda insiste e me pergunta: Há quanto tempo estamos juntos?
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Isso não importa, minha linda jovem, mas eu te respondo com um verso carinhoso, como um brinde em retribuição por todo esse tempo:
“Meu amor, há quanto tempo? O tempo todo, tudo e tanto, que ainda que possa causar espanto, não devemos medir em tempo, e sim em sorrisos e prantos, em silêncio profundo ou canto. O que conta e dá alento, é que seja qual for o tempo, pelo quanto há de sentimento, tem sido ele o nosso maior encanto.
